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    • Grande Público prestigiou “Mérito Legislativo” na Câmara Municipal

      Mérito-Legislativo-2015

      Na noite de quinta-feira, 16/04, a Câmara Municipal de Patrocínio realizou a Sessão Solene de outorga do Diploma e Medalha do Mérito Legislativo com a presença de expressivo público entre autoridades e familiares dos homenageados. A honraria é entregue no mês de aniversário do município, através do Decreto Nº 29, de 25 de março de 2008 e modificado pela resolução número 2, do ano de 2011, para homenagear, pessoas físicas ou jurídicas que, pela análise dos vereadores se destacaram por prestar algum serviço de alta significância no município, quer seja na área empresarial, cultural, assistencial, educacional ou em qualquer outra atividade. São pessoas que promoveram ou promovem a divulgação do nome da nossa cidade, no âmbito regional, estadual, nacional ou internacional fazendo por merecer a indicação.
      Homenageados
      Receberam a homenagem quinze personalidades indicadas pelos vereadores: Arcangelo Lazzarin, AureslindoFerreira da Silva, Deiró Moreira Marra, Fábio Elias de Carvalho, Fausto Silva de Queiroz, João Batista dos Reis, José Humberto dos santos, Marcos Antônio de Oliveira, Marcos Cezar Miaki, Ormezinda Maria Ribeiro, Osmar Pereira Nunes Junior, Otávio Nunes Sia, Pablo César de Souza, Régis Vinícius Nunes e Thiago Miranda de Oliveira.
      Autoridades
      A mesa nobre foi composta pelas seguintes autoridades: Marly Fátima de Souza Ávila, Presidente da Câmara Municipal; Lucas Campos de Siqueira, Prefeito Municipal; Tenente Coronel Danny Eduardo Stochiero Soares, Comandante do 46º Batalhão de Polícia Militar; Major Salomão Queiroz Caixeta, Sub Comandante do 46º BPM e 2º Tenente Douglas Batista de Jesus, Comandante do 2º Pelotão de Bombeiros.
      Pronunciamentos
      Após as condecorações fizeram uso da palavrao vereador Humberto Donizete Ferreira – Bebé; o vereador e presidente gestão 2013/2014, Cássio Remis Santos;o médico Otávio Nunes Sia; Pablo César de Souza; o deputado estadual Deiró Moreira Marra; o prefeito Lucas Campos de Siqueira e a presidente Marly Fátima de Souza Ávila.

      ASCOM CMP

    • Balanço Semanal do Mercado de Café pelo CNC

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      BALANÇO SEMANAL — 13 a 17/04/2015

      — Silas Brasileiro, presidente executivo do CNC, revela impactos da seca no café para importante veículo de comunicação internacional.
      POSICIONAMENTO INTERNACIONAL — O presidente executivo do CNC, deputado federal Silas Brasileiro, concedeu entrevista para a edição de maio da conceituada revista inglesa Coffee and Cocoa International (C&CI), que circula em praticamente todos os principais países consumidores e produtores e tem audiência fiel entre tomadores de decisão no agronegócio. No conteúdo, ele rebateu as desmedidas especulações a respeito do tamanho das safras do Brasil e reiterou a quebra que ocorrerá em 2015, quando deverão ser colhidas entre 40,3 milhões e 43,25 milhões de sacas de 60 kg, conforme apontado pela Fundação Procafé em levantamento contratado pelo Conselho.

      Brasileiro explicou que a principal causa da redução na produção foi o longo período de seca, que começou em 2014 e durou até o início de fevereiro de 2015 na maior parte do cinturão produtor, em especial nas áreas onde se cultiva a variedade arábica. Em relação ao café conilon, ele anotou que este cenário foi mais recente, sendo observado no ciclo de 2015, o que fez com que a variedade apresentasse o maior percentual de quebra em relação à temporada antecedente.

      Conforme o presidente executivo do CNC, o estresse hídrico foi gerado pelo índice de chuvas abaixo da média histórica desde janeiro de 2014 e se agravou com as altas temperaturas registradas no cinturão produtor, especialmente nos meses de crescimento da planta, floração, “fixação” das floradas e enchimento dos grãos, com impacto direto sobre a produção e o tamanho do fruto, o que faz com que os cafeicultores necessitem de um maior número de grãos para encher uma saca de 60 kg.

      Silas Brasileiro também revelou que a seca foi mais pronunciada na Região Sudeste, afetando principalmente os Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, os três maiores produtores do Brasil. Para a produção de arábica, esse cenário impediu a fertilização e outros tratos culturais, gerando fragilidade às plantas, que chegaram muito estressadas e mal nutridas ao período de pré-florescimento, resultando em menor número de internódios, queda de folhas, galhos secos e, portanto, com menor potencial de produção.

      Já nas principais regiões de cultivo do café robusta, como o norte do Espírito Santo e o Sul da Bahia, as condições climáticas pioraram a partir de dezembro de 2014 e se agravaram ainda mais em janeiro e parte de fevereiro deste ano, com algumas áreas ficando até 50 dias sem chuva. A estiagem, associada às altas temperaturas nesses locais, resultou em folhas secas e grãos mais leves, segundo o presidente do CNC, com efeito negativo sobre a safra esperada.

      Ainda na publicação, questionado se era possível prever qual variedade teria sido mais afetada, Silas Brasileiro afirmou que o declínio será mais evidente na produção de robusta, considerando-se que, depois de um bom resultado na colheita do ano passado, o Espírito Santo, maior produtor desta variedade, sofreu muito com a seca. Em consequência, a produção do Estado deverá apresentar uma diminuição de 15,6% a 21,9% no volume a ser colhido.

      RECURSOS PARA COLHEITA — A pedido do CNC, nesta semana, a coordenadora-geral de Planejamento e Estratégias do Departamento do Café (DCAF), Cláudia Marinelli, enviou-nos um comunicado esclarecendo que apenas a linha de crédito de Custeio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), com período de contratação de 1º/10/2014 a 28/02/2015 ou até 31/07/2015, tem “sobra” de recursos superiores a R$ 150 milhões disponíveis para contratação na colheita da safra deste ano, sendo R$ 79,641 milhões de saldo a liberar para as instituições financeiras e outros R$ 71,707 milhões em fase de aplicação pelos agentes.

      A respeito da linha de crédito de Capital de Giro para Cooperativas de Produção, a coordenadora comunicou que o prazo de contratação encerrou no último dia 31 de março e, nesse caso, as instituições financeiras que não aplicaram o montante de R$ 70,025 milhões até esta data terão que devolver os recursos ao Funcafé, conforme estabelecido em Cláusula Contratual.

      MERCADO – O enfraquecimento do dólar frente às principais moedas, inclusive dos países exportadores decommodities, influenciou a discreta valorização das cotações futuras do café arábica nesta semana. Agentes de mercado também acompanham as condições climáticas no Brasil, avaliando a probabilidade de ocorrência de geadas no Sul do País e de precipitações que venham a dificultar a colheita, que ganhará volume nas próximas semanas.

      As sucessivas divulgações de indicadores negativos relativos ao desempenho da economia dos Estados Unidos têm levado o dólar a perder força no mercado externo, tendência internalizada no Brasil. O fato da produção industrial norte-americana ter caído 0,6% em março ante fevereiro, porcentagem que superou as expectativas dos analistas, reforça a percepção de que o início da subida dos juros daquele País não está próximo.

      Outro fato que merece atenção, pois influencia o mercado cambial, é o movimento de recuperação no preço do petróleo. Nos últimos 30 dias, o petróleo WTI, negociado na Bolsa de Nova York, apresentou valorização de 24%, direção seguida pela maioria das commodities negociadas na bolsa norte-americana. Essa tendência, em um cenário de baixa probabilidade de elevação dos juros da economia dos EUA, cria um ambiente favorável ao fortalecimento das moedas dos países exportadores de commodities, a exemplo do real brasileiro. Na quinta-feira, o dólar comercial encerrou a sessão a R$ 3,0167, acumulando queda de 1,7% na semana.

      Em relação às condições climáticas no Brasil, estão previstas chuvas irregulares com baixos volumes acumulados para os próximos dias na Região Sudeste, segundo a Somar Meteorologia. Uma frente fria deverá atingir a Região Sul do País neste final de semana, mas não alcançará os cafezais do Paraná até o domingo.

      Outro fator que afetou, em menor escala, o comportamento das cotações futuras do café arábica foi a redução dos estoques norte-americanos. A Associação de Café Verde dos Estados Unidos (GCA, em inglês) divulgou que o volume estocado apresentou redução de 116.443 sacas em março, para 5,035 milhões de sacas de 60 kg.

      Na ICE Futures US, o vencimento maio do Contrato C foi cotado, ontem, a US$ 141,50 por libra-peso, acumulando alta de 365 pontos em relação ao desempenho da sexta-feira passada. Já na ICE Futures Europe, as cotações do robusta acumularam discreta queda. Ontem, o vencimento maio/2015 encerrou o pregão a US$ 1.827 por tonelada, com perdas de US$ 10 na semana.

      O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informou que as negociações com entrega futura do café arábica da safra 2015/16 estão em ritmo lento, devido, principalmente, à elevada volatilidade de preços observada nas últimas semanas. Os contratos firmados para entrega do café entre setembro e outubro de 2015 têm sido realizados entre R$ 460,00 e R$ 550,00 por saca. O quadro abaixo resume a situação da comercialização da próxima safra, por praça.
      A instituição ressalta que, no mesmo período do ano anterior, a comercialização já superava os 30% do volume previsto de colheita em muitas praças, em função da forte valorização dos preços observada no primeiro trimestre de 2014.

      Ontem, os indicadores calculados pelo Cepea para as variedades arábica e conilon foram cotados a R$ 450,22/saca e a R$ 294,59/saca, respectivamente, com variação de 2,6% e -0,8% em relação à última sexta-feira.
      Atenciosamente,

      Silas Brasileiro
      Presidente Executivo

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